Tuberculose ainda mata 1,4 milhão de pessoas por ano no mundo

A mortalidade por tuberculose caiu mais de 40% em todo o mundo desde 1990, e a incidência vem diminuindo. Mas ainda existem muitos desafios a serem vencidos. Só em 2011, estima-se que 1,4 milhão de pessoas tenham morrido por causa da doença no mundo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) chama a atenção para o problema neste domingo (24), Dia Mundial de Combate à Tuberculose.

Comunidades pobres e grupos vulneráveis são os mais afetados pela doença – a OMS declara que 95% das mortes ocorrem em países de baixa e média rendas. Mas, por se tratar de uma doença transmitida pelo ar, o risco é para todos.

Outro desafio importante destacado pela OMS é o lento progresso no combate à tuberculose resistente a medicamentos. A diretora-geral da organização, Margaret Chan disse que aproximadamente 4% das pessoas com a doença mostraram resistência aos remédios.

Tuberculose

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Fundo Global – Tuberculose Brasil

Cientistas criam vacina que controla HIV temporariamente

Cientistas espanhóis desenvolveram uma vacina que permite controlar temporariamente o vírus da Aids em pacientes infectados.

“O que fizemos foi dar instruções ao sistema imunológico para que aprenda a destruir um vírus que, digamos, na infecção natural, não conseguiu aprender” a destruir, explicou Felipe García, que integra o grupo de pesquisadores do hospital Clinic de Barcelona, a cargo da descoberta.

Em testes realizados com pacientes, a vacina conseguiu controlar temporariamente a replicação viral com uma redução máxima da carga viral superior a 90% com relação à carga inicial. Esta situação é similar à resposta obtida com uma monoterapia com medicamentos antirretrovirais”, segundo um comunicado do hospital Clinic.

No entanto, a vacina só consegue controlar o vírus durante o máximo de um ano, após o que os doentes precisam voltar a tomar remédios antirretrovirais. Por esta razão, a equipe vai trabalhar para combiná-la com outras medidas.

Apesar disso, a vacina representa um avanço no controle da doença sem os antirretrovirais usados agora e que precisam ser tomados por toda a vida.

“Não chegamos lá, mas estamos perto”, disse esta quarta-feira o chefe do departamento de Doenças Infecciosas do Clinic, Josep Maria Gatell, que chefiou a equipe que fez a descoberta.

“Na Aids falamos de preto ou branco, temos que conseguir a cura funcional – controlar o vírus sem antirretrovirais por toda a vida – como passo para a erradicação”, acrescentou Gatell, durante entrevista coletiva.

“No futuro haverá que melhorá-la e possivelmente combiná-la com outra vacina terapêutica. Chegar até aqui nos custou sete anos e nos próximos três ou quatro anos trabalharemos nesta direção”, insistiu Gatell.

HPV – A vez dos meninos

O vírus do papiloma humano é associado com a prevenção de câncer do colo de útero, ou seja, doença que acomete exclusivamente mulheres, então a vacina diz respeito somente a elas.

Mas o tratamento que as autoridades mundiais em infectologia estão dando a este assunto tem conduzido a conclusões diversas desta que parecia lógica.

“Após anos de debate, as autoridades de saúde dos EUA decidiram recomendar com ênfase que meninos com idade entre 11 e 12 anos sejam vacinados contra o HPV. O CDC (Centro de Controle de Doenças) aconselha também a vacinação de jovens de 13 a 21 anos que não foram imunizados na idade certa”, conforme a matéria da Revista IstoÉ, nº 2208.



Evidências de que o HPV pode causar câncer de pênis, tumores anais e de orofaringe em pessoas de ambos os sexos, parece ter sido o motivador desta tomada de posição.

Um dado importante sobre a incidência de HPV entre os americanos não deixa dúvida sobre esta nova orientação – um em cada quinze americanos tem HPV oral e o vírus é três vezes mais comum em homens do que em mulheres.
Uma revista cientifica renomada da Inglaterra “The New England Hornal of Medicine” publicou um estudo que ajuda a sustentar estas afirmações:
“A vacinação de jovens nessa faixa etária reduziu em 90% as lesões genitais nos meninos. Estes dados foram levantados em um trabalho que acompanhou 4.065 homens em 18 países, entre eles o Brasil”, conforme informa a Revista IstoÉ, nº 2208.

No Brasil, a busca de proteção através da vacina ainda está restrito às clinicas particulares.

Na IC Vacinas, as vacinas estão disponíveis. Entre em contato para maiores informações.
 
Um abraço e até a próxima.
Dr. Luis Hapner
luishapner@icvacinas.com.br