Vacinação para sarampo, caxumba, rubéola e gripe

Aglomeração facilita a transmissão de doenças como sarampo, caxumba, rubéola e gripe, que podem ser evitadas com a vacinação.

Copa das Confederações 2013

Copa das Confederações 2013

De 15 a 23 de junho, o Brasil vai sediar a Copa das Confederações – torneio que deve reunir milhares de torcedores nos jogos disputados pelas seleções de oito países, em seis capitais: Rio de Janeiro, Brasília, Salvador, Fortaleza, Belo Horizonte e Recife.

Quem vai assistir ou trabalhar no torneio deve estar atento às doenças, que podem ser transmitidas mais facilmente pela aglomeração de pessoas e são evitadas por vacinas.
“Nesse evento teremos pessoas originárias de países, onde há doenças que estão controladas no Brasil como o sarampo. Por isso, o ideal é que toda a população já tivesse tomado, pelo menos, duas doses da vacina tríplice viral para evitar o sarampo, a caxumba e a rubéola”, afirma o médico infectologista José Geraldo Ribeiro, professor de Medicina Preventiva da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais.
O vírus do sarampo ainda circula em países da Europa e da Ásia, como França, Espanha, Alemanha, Polônia e Japão. Apesar de estar sob controle há mais de 10 anos no Brasil, ainda surgem eventualmente casos da doença trazida por visitantes estrangeiros ou pessoas que viajaram ao exterior.
A gripe é também outra doença, evitada por vacina, que pode se propagar com mais intensidade durante este mega evento. “Todos os ambientes fechados, com grande número de pessoas, propiciam a transmissão do vírus Influenza, causador da gripe”, diz o especialista.
PREVENÇÃO
O médico José Geraldo Ribeiro acredita que, independentemente da realização de mega eventos, o adulto deve estar com a sua carteira de vacinação em dia, porque estará protegido contra infecções que podem ocorrer mais facilmente em locais fechados ou com a proximidade de pessoas.
Assim como há vacinas recomendadas para a criança, o adolescente e o idoso, a imunização deve ser um instrumento para o adulto se proteger contra doenças como a gripe, as hepatite A e hepatite B, a coqueluche, a difteria, o tétano, a varicela, o  sarampocaxumbarubéola e a febre amarela.
A diretora de Saúde Pública da Sanofi Pasteur, Lucia Bricks, também chama atenção para a hepatite B, porque aproximadamente a metade dos adultos jovens não completaram o esquema de vacinação. “Nesses casos é necessário completar o esquema e, nos grupos de risco, fazer-se uma avaliação da resposta imune após um mês da terceira dose”, diz a médica.

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