Vacinação de adultos

Calendário de vacinação para adultos deve ser adaptado e individualizado de acordo com as necessidades de cada paciente

 

19 a 49 anos

Vacinação de adulto

Vacinação de adulto

Difteria e tétano (dt) uma dose a cada dez anos. Fornecida pelo SUS. Existe a opção da vacina dpta, que protege também contra a coqueluche e causa menos efeitos colaterais do que versões anteriores (não disponível no SUS).

HPV três doses da vacina até os 26 anos de idade. É importante lembrar que ela deve ser tomada por homens e mulheres. É contraindicada para gestantes. Existem dois tipos da vacina disponíveis no Brasil. Em uma delas, há imunização contra os tipos 6, 11, 16 e 18 de HPV — a segunda dose é dada dois meses após a primeira, a terceira, seis meses após a segunda (0-2-6 meses). Na segunda versão da vacina, há proteção contra os tipo 16 e 18 de HPV — a segunda dose deve ser tomada um mês depois da primeira, a terceira, seis meses após a segunda (0-1-6 meses).

Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) uma dose, mesmo quem já tenha tomado na infância. É contraindicada para gestantes e para pessoas com imunodeficiência.

Varicela duas doses, com intervalo de três meses entre elas, para quem nunca tomou. Costuma ser indicada para adultos por ser uma vacina recente — muitas pessoas não a tomaram na infância. É contraindicada para gestantes e pessoas com imunodeficiência.

Hepatite A duas doses, com intervalo de seis meses entre elas, para quem não tomou durante a infância ou nunca teve a doença.

Hepatite B três doses, para quem não tomou durante a infância ou nunca teve a doença. A segunda dose deve ser tomada um mês após a primeira, a terceira, seis meses após a segunda (0-1-6 meses).

Meningocócica uma dose.

Influenza doses anuais. Oferecida pelo SUS para gestantes e outras pessoas consideradas de maior risco.

50 a 64 anos

 

Vacinação de adulto

Vacinação de adulto

Difteria e tétano (dt) — uma dose a cada dez anos. Fornecida pelo SUS. Existe a opção da dpta, que protege também contra a coqueluche e causa menos efeitos colaterais (não disponível no SUS).

Hepatite A — duas doses, com intervalo de seis meses entre elas, para quem não tomou ou nunca teve a doença.

Hepatite B — três doses, para quem não tomou ou nunca teve a doença. A segunda dose é dada um mês após a primeira, a terceira, seis meses após a segunda (0-1-6 meses).

Influenza — doses anuais. Fornecida pelo SUS  para maiores de 60 anos, gestantes e outras pessoas consideradas de maior risco.

Pneumocócica — uma dose, a partir dos 60 anos.

A partir de 65 anos

 

Vacinação de adulto

Vacinação de adulto

Difteria e tétano (dt) — uma dose a cada dez anos. Fornecida pelo SUS. Existe a opção da dpta, que protege também contra a coqueluche e causa menos efeitos colaterais (não disponível no SUS).

Hepatite A — duas doses, com intervalo de seis meses entre elas, para quem não tomou ou nunca teve a doença.

Hepatite B — três doses, para quem não tomou ou nunca teve a doença.  A segunda dose deve ser tomada um mês após a primeira, a terceira, seis meses após a segunda (0-1-6 meses).

Influenza — doses anuais.

Pneumocócica uma dose para quem tomou a primeira aos 60 anos, ou duas doses com intervalo mínimo de cinco anos entre elas.

Fontes: Calendários de Vacinação do Ministério da Saúde, da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) e do Hospital Albert Einstein, Luis Fernando Aranha Camargo, infectologista do Hospital Albert Einstein, Antonio Condino Neto, professor do Departamento de Imunologia da USP, Paulo Olzon, clínico geral e infectologista da Unifesp e Renato Kfouri, presidente da Sociedade Brasileira de Imunização (SBIM)

 

VACINAS: As pessoas se esqueceram de como algumas doenças são ruins…

Segundo Seth Berkley, presidente da Aliança Global para Vacinas e Imunização, isso explica por que uma camada da população escolhe não vacinar seus filhos.

O americano Seth Berkley, 56 anos, é uma das autoridades em imunização no mundo. Médico especializado em doenças epidemiológicas e saúde pública internacional, ele é o presidente da Aliança Global para Vacinas e Imunização (Gavi Alliance), uma parceria público-privada que financia o fornecimento de vacinas a preços reduzidos para os 73 países mais pobres do mundo.
 

Cerca de 1,5 milhão de crianças morrem anualmente em decorrência de doenças que poderiam ser prevenidas com vacinas (Thinkstock)

Cerca de 1,5 milhão de crianças morrem anualmente em decorrência de doenças que poderiam ser prevenidas com vacinas (Thinkstock)


 

Desde que foi lançada, em 2000, a Gavi Alliance já imunizou 288 milhões de crianças, evitou mais de 5 milhões de mortes e ampliou a cobertura vacinal mundial de 73% para 83%. Até 2020, a organização pretende salvar mais de 10 milhões de vidas e prevenir mais de 200 milhões de casos de doenças.
 
Berkley trabalhou como epidemiologista em 25 países, incluindo o Brasil, onde estudou um surto de febre purpúrica e outras doenças tropicais, nos anos 1980. Em 1996, ele fundou a maior iniciativa mundial para o desenvolvimento da vacina contra a aids, a International Aids Vaccine Initiative (Iavi), que presidiu por quinze anos.
 
É o médico quem vai coordenar a distribuição da primeira vacina brasileira para exportação, anunciada em outubro de 2013. Cerca de 30 milhões de doses anuais contra rubéola e sarampo serão produzidas por meio de uma parceria firmada entre o laboratório Bio-Manguinhos, a Fundação Oswaldo Cruz e a Fundação Bill & Melinda Gates.
 
Berkley vê uma diferença entre como as vacinas são recebidas nos países miseráveis onde a Gavi atua e nas nações ricas do Ocidente. Enquanto pessoas sem acesso à saúde fazem de tudo para chegar a um posto de vacinação, uma camada da população de países desenvolvidos escolhe não vacinar seus filhos.
 
Há um fenômeno no Ocidente de pais deixarem de vacinar seus filhos por considerar a imunização prejudicial. Por que o ceticismo em relação às vacinas está aumentando? Em nações desenvolvidas, as pessoas buscam cada vez mais consumir produtos orgânicos e encontrar alternativas naturais de vida. Como várias doenças estão erradicadas, as pessoas esqueceram quão ruins elas são e não as veem como ameaçadoras. O interessante é que, quando há surtos de moléstias que matam bebês e deixam outros seriamente doentes, como um de rubéola recentemente no País de Gales, os pais correm para vacinar seus filhos. É o contrário do que acontece na maioria dos países em que a Gavi atua. Em Estados pobres, as vacinas são muito bem aceitas. As pessoas chegam a caminhar um dia inteiro ou fazer várias viagens para chegar ao posto de vacinação, porque veem que essas doenças matam e afetam pessoas o tempo todo.
 
Diversos sites e blogs são engajados em divulgar males provocados por vacinas. O que o senhor diria para quem acredita nessas teorias? Nem todo mundo tem o cuidado de VEJA ou de outras fontes confiáveis para publicar notícias. Uma vez que uma notícia se espalha na internet, é difícil corrigi-la. Houve, por exemplo, um estudo que relacionou a vacina de rubéola e sarampo a casos de autismo. Dezenas de pesquisas posteriores de larga escala foram realizadas e nenhuma encontrou relação entre o autismo e as vacinas. Como consequência, a publicação foi desacreditada e o autor perdeu sua licença médica. Mas a primeira notícia continua na internet. Se você não é especialista em epidemiologia ou ciência, fica difícil entender que doenças relativamente comuns em crianças podem se manifestar no dia em que elas são imunizadas, na véspera ou no dia seguinte, porque a moléstia vai aparecer por acaso. Então a questão não é “vacinei meu filho e a doença tal apareceu”. É preciso analisar se, depois da vacinação, a incidência da doença aumentou como um todo.
 
Por que as vacinasnão são 100% seguras? Vacinas criam um falso alarme de que o organismo foi infectado. O sistema imune responde, de modo que a pessoa estará protegida no futuro. É preciso encontrar a medida certa para o organismo responder, sem causar efeitos colaterais. A maioria das vacinas tem efeitos colaterais raros, geralmente relacionados a substâncias que não aceitas por uma pequena parcela da população.
 
Quantas crianças morrem anualmente em decorrência de doenças que poderiam ser prevenidas com vacinasCerca de 1,5 milhão.
 
O programa de imunização brasileiro tem cobertura de 95%. Mesmo assim, de tempos em tempos, há surtos de doenças como rubéola e coqueluche. Por que isso acontece? Uma cobertura de 95% normalmente significa que algumas áreas têm 100% de cobertura e outras 85% ou 90%. Se esse padrão se repete por um tempo, esses 15% que não foram imunizados ficam suscetíveis ao contágio, de modo que podem se infectar e criar uma epidemia. Isso é diferente do que tem acontecido hoje em muitas partes do mundo: pessoas infectadas por um agente que vem de outros países.

Neste ano, o governo brasileiro começará a imunizar meninas de 11 a 13 anos contra HPV. Em 2015, o público-alvo serão crianças de 9 a 11 anos. Do ponto de vista médico, qual é a idade certa para vaciná-las? Há um consenso de que é preciso imunizar as meninas antes que elas iniciem a vida sexual. Como não é possível datar esse evento individualmente, o que se tem feito é dar a vacina alguns anos antes que isso aconteça. Alguns países adotam como parâmetro 9, 10 e 11 anos, pois há pouquíssimas meninas já ativas sexualmente nessa idade. Outros podem adotar 12 e 13 anos, mas aí o número de meninas sexualmente ativas aumenta. Se você tomar três doses antes de iniciar a vida sexual, estará protegida contra o câncer cervical.Mulheres mais velhas deveriam ser vacinadas também? Depende do tempo em que a mulher é sexualmente ativa e do índice de contaminação de HPV no país. Se a mulher tiver 20 e tantos anos e um histórico de vários parceiros, provavelmente ela já estará infectada. Tomar a vacina não causará nenhum mal, mas tampouco prevenirá a doença.
 
Por que é importante países como o Brasil produzirem vacinas para exportação? Vacinas são extremamente difíceis de fazer. Elas são feitas com um ser vivo, em um processo caro e complicado. Não é como um medicamento, que você pode criar na sua garagem, com a condição que o remédio seja quimicamente puro. Por causa do custo elevado de produção, há apenas alguns produtores de vacinas, que só querem estar onde o mercado é grande o suficiente para justificar o investimento. Nesse cenário, países como Brasil e Índia desempenham um papel importante. Como eles têm um consumo doméstico que os permite produzir em larga escala, podem também aumentar sua capacidade para exportar. Há muito tempo estamos tentando fabricar vacinas no Brasil. Esperamos ainda mais no futuro.
 
As vacinas do Brasil serão mais baratas do que as comercializadas por grandes farmacêuticas? Eu ainda não posso falar sobre o custo. As doses provavelmente serão mais baratas do que as produzidas por grandes farmacêuticas ocidentais, mas mais caras do que as fabricadas em partes do mundo como a Índia, em função de custos trabalhistas, fornecedores etc.

Estão definidos os países para onde as vacinas produzidas no Brasil serão exportadas? A Gavi fornece para os 73 países mais pobres do mundo. Quando os países se tornam mais ricos, essa lista muda. Há nações na Ásia, América Latina, Leste da Europa e, principalmente, África.
 
O senhor presidiu por quinze anos o maior programa mundial para o desenvolvimento de uma vacina contra a aids. Em 2013, a vacina foi testada com sucesso em macacos. Quando o senhor acha que a vacina estará pronta? É muito difícil prever o timing da ciência. Estou entusiasmado pela incrível pesquisa que tem sido feita para desenvolver remédios que neutralizem os anticorpos e pelo trabalho de injetar coisas que produzam esses anticorpos. Mas não posso dizer quando a vacina ficará pronta. Espero que seja logo.
 
Estimativas iniciais previam que a vacina ficasse pronta por volta de 2008. Por que está demorando mais do que o imaginado? A vacina contra o HIV é provavelmente a mais desafiadora que a ciência já tentou desenvolver. A razão disso é que o vírus está sempre mudando e não há exemplos de pessoas imunes a ele. Se compararmos as mutações do vírus de HIV com o de gripe, o da gripe teria o tamanho de uma tampa de garrafa, enquanto o do HIV, o de uma garrafa. É um problema muito maior, mas estou convencido de que os cientistas vão resolver essa equação.
 
O vírus da gripe é mutante e, por isso, muita gente diz que a vacina contra a doença seria inútil. Qual é a sua opinião?
A vacina contra a gripe não é incrível, mas funciona em aproximadamente 70% dos casos, em alguns anos mais, em outros menos. É verdade que o vírus pode mudar e a vacina não ser tão boa, mas ainda assim ela previne milhares de mortes. Algumas pesquisas que fizemos para a vacina do HIV estão sendo usadas na tentativa de criar uma vacina global contra a gripe.
 
É possível desenvolver vacinas sem testá-las em animais? Creio que seja possível, mas todas as agências regulatórias exigem, como medida de segurança, que as vacinas sejam primeiramente testadas em animais, antes de injetadas em bebês saudáveis. Do ponto de vista regulatório, nenhum lugar do mundo vai dispensar esses experimentos preliminares, feitos na maioria dos casos em roedores, coelhos e, mais raramente, macacos.
 
Quais devem ser as próximas vacinas a serem lançadas? Nossa prioridade é a vacina japonesa contra encefalite, na Ásia. Outra aposta é a vacina contra malária, que está nos últimos testes.
 
Artigo Publicado no site da Revista Veja: http://veja.abril.com.br/noticia/saude/as-pessoas-no-ocidente-se-esqueceram-de-como-algumas-doencas-sao-ruins

Medida anunciada pela Anvisa amplia prevenção com vacina da pneumonia

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou recentemente a aplicação da vacina pneumocócica conjugada 13 valente em adultos acima de 50 anos para prevenir a pneumonia. A doença é responsável por mais de 900 mil internações por ano e é a quarta causa de morte no Brasil, especialmente entre pessoas com mais de 65 anos.

Vacina contra pneumonia

Vacina contra pneumonia

De acordo com a médica pneumologista Irma de Godoy, a vacinação para a pneumonia já existe e é recomendada para os adultos acima de 65 anos, bem como para as pessoas com doenças que as tornam mais suscetíveis à pneumonia. “Esta é uma nova vacina, seguramente diferente da outra já conhecida, por conta da sua formulação, mas ela não exclui a aplicação da anterior. Ou seja, esta vacina nova vem adicionar mais medidas de prevenção da pneumonia, agora também na população adulta. Esta vacina aprovada já é aplicada em crianças e nesta faixa etária ela demonstrou eficácia muito boa na prevenção da pneumonia. Esta é uma medida muito positiva da Anvisa, porque amplia a possibilidade de prevenção dessa doença”, explica.
 
A especialista alerta que a população deve estar muito atenta aos sinais que indicam o desenvolvimento dessa doença. “O primeiro alerta que devemos fazer à população é o de que a pneumonia é uma doença grave e que tem maior prevalência nos extremos de faixa etária, ou seja, na infância e na terceira idade.
 
É por conta disso que a vacina é muito recomendada nessas duas fases. A pneumonia se inicia, geralmente, com um quadro bastante simples e comum, que é o de tosse e catarro”, destaca.
 
A pneumologista ressalta ainda que a doença tem um comportamento muito mais agressivo do que uma gripe ou resfriado, com os quais é muito confundido na fase inicial. “Geralmente, ela é caracterizada por febre alta e comprometimento muito importante do estado geral, em que a tosse continua, especialmente com catarro amarelado. Nesses casos, a recomendação é de que realmente o indivíduo procure o atendimento médico o mais rápido possível para o diagnóstico e o tratamento corretos”, alerta.
 
Também são sintomas da pneumonia dor no tórax, alterações da pressão arterial, confusão mental, mal-estar generalizado, falta de ar e fraqueza. O tratamento da pneumonia requer o uso de antibióticos e a melhora costuma ocorrer em três ou quatro dias. Vale lembrar que são fatores de risco para a doença o tabagismo, que provoca reação inflamatória e facilita a penetração de agentes infecciosos; o consumo de álcool, que interfere no sistema imunológico e na capacidade de defesa do aparelho respiratório; o ar-condicionado, que deixa o ar muito seco, facilitando a infecção por vírus e bactérias; os resfriados mal cuidados e mudanças bruscas de temperatura.
  

Vacina para acabar com a dependência de nicotina é desenvolvida

A IDEIA DESSE MODELO DE TRATAMENTO COM VACINA É IMPEDIR A MOLÉCULA VICIANTE DE CHEGAR AO CÉREBRO

Segundo a Organização Mundial da Saúde, 6 milhões de indivíduos morrem todo ano exclusivamente devido ao vício do cigarro. Trata-se de uma doença crônica, que apresenta altas taxas de recaída.

É por isso que a farmacêutica com base nos Estados Unidos desenvolve uma vacina terapêutica para acabar com a dependência de nicotina – uma das mais de 4.700 substâncias presentes no cigarro e a responsável pelo prazer ao inalar e soltar fumaça.

Vacina contra Nicotina (Cigarro)

Vacina contra Nicotina (Cigarro)

A ideia desse modelo de tratamento é impedir a molécula viciante de chegar ao cérebro, onde ela estimula a liberação de dopamina, o neurotransmissor por trás daquela sensação de bem-estar.

A medicação da Pfizer está em uma fase de pesquisa em que os cientistas investigam a sua segurança em seres humanos. Assim, ainda deve levar um tempo até que esteja disponível para os que desejam dar adeus à vontade de abrir um maço. Por enquanto, o que se pode afirmar é que a vacina é inovadora e muito promissora.

Acontece que, se na teoria tudo funciona bem, os experimentos em laboratório têm demonstrado que há desafios pela frente. Isso porque outras vacinas com mecanismos parecidos já foram testadas e não obtiveram bons índices de sucesso. As duas grandes dificuldades são criar um anticorpo específico que se una à nicotina sem afetar outras moléculas e fazer com que o sistema imune reconheça e aprenda a produzir sozinho esse novo tipo de defesa.

Em meio às dúvidas, já há uma previsão mais certeira: mesmo que as vacinas demonstrem eficácia em seres humanos, não vencerão sozinhas a dependência. O motivo é que a compulsão por tragar um cigarro não está ligada apenas a aspectos biológicos, mas também emocionais e comportamentais.

Parar de fumar exige, em primeiro lugar, que o indivíduo esteja motivado. Depois, é preciso que ele seja orientado, por meio de terapia, a rever e mudar o seu comportamento. E, por último, vem o tratamento farmacológico, no qual entraria a vacina.