Viajantes devem tomar vacina contra a febre amarela antes das férias

Vacina contra febre amarela.

Vacina contra febre amarela.


 

Um alerta para aqueles que desejam viajar neste final de ano e no período de férias: dependendo do destino, é necessário tomar a vacina contra a febre amarela. Trata-se de doença infecciosa viral aguda, transmitida por mosquitos e que pode levar à morte.
 
Os sintomas mais comuns são febre alta, calafrios, vômitos, dores no corpo, pele e olhos amarelados, sangramentos, fezes cor de “borra de café” e diminuição da urina. Nas áreas silvestres de algumas regiões e estados brasileiros, como Minas Gerais, Bahia, Paraná, Rio Grande de sul e parte do Estado de São Paulo, o risco de contágio pela febre amarela é maior. Por isso a prevenção é fundamental para evitar a doença.
 
Alguns países também exigem um certificado internacional obrigatório de imunização contra a febre amarela para permitir a entrada de turistas. A vacina é indicada a partir dos nove meses de idade e o ideal é que seja tomada até dez dias antes da viagem. O produto é contraindicado para crianças menores de seis meses, pessoas em tratamento para câncer, HIV e gestantes (com exceção se houver alto risco de exposição).
 
Helena Sato, diretora de imunização da Secretaria, reforça que “a vacinação é a única medida eficaz para evitar a infecção (vacina disponível na IC Vacinas). É muito importante que as pessoas que vão as regiões de risco e os moradores desses locais ainda não imunizados recebam uma dose da vacina“.

Casos de Sarampo no Nordeste preocupam o Piauí

O Sarampo é uma doença considerada sob controle no Brasil. No entanto, este ano, 103 casos da doença foram registrados no estado de Pernambuco. A proximidade da região onde está havendo o surto traz preocupação aos profissionais de saúde de Teresina, que fazem um apelo à comunidade para que esteja atenta ao perigo deste mal.

Teresina não apresenta casos de sarampo autóctones (ou seja, contraídos na própria capital) desde 1999. Porém, com a chegada das férias e viagens de fim de ano, aumentam os riscos de contrair a doença nas regiões do Brasil onde está ocorrendo o surto atual ou mesmo em locais onde ela ainda é considerada endêmica – como Europa e Ásia. Foi o que aconteceu no último registro realizado pela Fundação Municipal de Saúde (FMS) em 2011: um adulto adquiriu sarampo em uma viagem ao exterior.

“A principal forma de prevenir o sarampo é a vacinação, por isso pedimos que todos verifiquem os cartões de seus filhos e assegurem que eles estejam em dia”, explica a diretora de Vigilância em Saúde da FMS, Amariles Borba. Deve-se verificar se com um ano de idade se a criança tomou a vacina trivalente viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola. E até o mês de dezembro de 2013, os meninos e meninas de 15 meses que já foram imunizados com a tríplice viral podem tomar a dose de tetraviral, que imuniza contra sarampo, caxumba, rubéola e catapora. As vacinas estão disponíveis em todas as unidades de saúde do município e são gratuitas.

Os sintomas do sarampo são febre alta, coriza, conjuntivite e pequenos pontos vermelhos na pele. “Em caso de surgimento de algum deles, pedimos à população e profissionais de saúde que notifiquem imediatamente a FMS, por meio dos telefones 3215-7711, 3215-7735 ou 3215-7736”, pede o presidente da FMS Luiz Lobão. “A investigação precisa ser feita nas primeiras 24 horas para que possamos realizar o bloqueio caso se confirme a suspeita da doença”, justifica.

O sarampo é uma doença infecto-contagiosa provocada pelo Morbili vírus e transmitida por secreções das vias respiratórias como gotículas eliminadas ao espirrar, tossir, falar ou respirar. As complicações mais comuns são pneumonia, otite, doenças diarréicas e neurológicas.

 

Em Corumbá criança de quatro anos morre por complicações da Catapora

Corumbá (MS)- Uma criança de quatro anos de idade veio a óbito na tarde de Domingo (8), após passar por complicações em um quadro de Encefalite provocado por uma Catapora. A criança que começou a passar mau na sexta-feira, sofreu algumas convulsões e foi internado na santa casa de Corumbá onde recebeu todos os cuidados que o caso necessita.

Vacina contra catapora!

Vacina contra catapora!

Após dois dias de tratamento, Petrinck Moraes de quatro anos, não resistiu a evolução da doença e faleceu. Visivelmente abalado, Renato Gonzales, pai do menino, informou ao Capital do Pantanal que todos os procedimentos foram adotados no intuito de salvar a vida de seu filho. “Infelizmente foi uma fatalidade, ele estava com uma catapora que subiu para cabeça e em dois dias meu filho faleceu”, informou o Renato, ressaltando que o garoto foi muito bem atendido no hospital e que recebeu todo acompanhamento médico desde sua internação.

O corpo da criança foi velado na capela Cristo Rei e enterrado na manhã desta segunda-feira no cemitério Santa Cruz.

O Capital do Pantanal procurou o Médico chefe do CTI de Corumbá que informou que este tipo de evolução do quadro de Catapora é extremamente raro. “A catapora é uma doença viral, contagiosa, que geralmente se restringe a infecções na pele, em alguns casos de alguma maneira, a carga viral sobre a criança pode progredir apresentando um quadro de encefalite, que é a infecção da membrana que envolve o cérebro e pode levar à morte, por isso é muito importante a imunização de todas as crianças que ainda não tiveram Catapora”, explicou o médico, ressaltando que não cuidou especificamente do caso em questão.

Imunização

O município de Corumbá através do ministério da Saúde já disponibiliza gratuitamente nos postos da rede municipal a vacina de imunização contra a catapora. De acordo o enfermeiro Wangley Bento Campo, responsável pelas ações de imunização da prefeitura de Corumbá, crianças com 15 meses de idade poderão receber a dose da vacina, basta apresentar a carteira de vacinação.

Pneumonia: é possível prevenir?

Você conhece os risco da doença e a importância da vacinação? A pneumonia é um problema que, apesar de grave, pode ser evitado através da vacina.

A pneumonia é a maior causa de morte em crianças em todo o mundo.
 
No entanto, a doença não está limitada a bebês e crianças, afeta também adultos, principalmente com mais de 50 anos e portadores de asma, doença cardíaca ou outra grave condição de saúde.
 

Pneumonia: é possível prevenir?

Ao mesmo tempo em que a pneumonia é um importante problema de saúde pública, alguns tipos – incluindo a pneumonia pneumocócica – são evitáveis. E a vacinação é um passo fundamental para ajudar na prevenção, em conjunto com hábitos de vida saudáveis.
 
Entre as opções de vacinas disponíveis para prevenção da pneumonia e das demais doenças pneumocócicas está a Prevenar 13 (VPC-13) – também conhecida como vacina pneumocócica conjugada 13 valente, aprovada este ano pela Anvisa para uso em adultos acima de 50 anos. A vacina já era indicada para crianças até seis anos incompletos.
 
Você pode receber sua vacina contra pneumonia na IC Vacinas, em Maringá. Agende um horário através do telefone (44) 3225-3738 ou faça-nos uma visita Rua Luiz Gama, 308, Centro, Maringá.

Catapora em adultos – Vacina para Catapora ou Varicela

Catapora em adultos? Pode acontecer? Fique de olho nos sintomas da doença e tome a vacina varicela ou catapora.

Catapora em Adultos

Catapora em Adultos


 

A doença, causada pelo vírus Varicela-zoster e, por isso, também chamada varicela, é mais rara em adultos. Cerca de 90% das pessoas têm a catapora ainda na infância, entre 2 e 8 anos, conta a pediatra Mônica Levi, do setor de vacinação da Clínica Especializada em Doenças Infecciosas e Parasitárias e em Imunizações, a Cedipi, em São Paulo. Aliás, segundo a especialista, como a doença às vezes é assintomática, muitos adultos nem desconfiam que tiveram o problema quando pequenos. As feridinhas poderiam ser confundidas com picadas de inseto e a febre, considerada apenas ocasional.
 
Mas os médicos constatam que, ao se manifestar no indivíduo adulto, o vírus consegue causar mais complicações. Ao comparar com a catapora na criança, observamos que nos adultos aparecem mais lesões, diz Mônica. Além das feridinhas espalhadas pelo corpo, outros sintomas que acometem os pequenos, como febre alta, fadiga, falta de apetite e dor de garganta, também dão as caras nos mais velhos. Num quadro de varicela, o organismo também se torna alvo fácil de outros microorganismos, sobretudo das bactérias. Elas podem ser responsáveis por infecções de pele, além de otites e sinusites.
 
As complicações mais sérias, no entanto, ocorrem quando o Varicela-zoster migra para órgãos estratégicos como os pulmões ou o cérebro. Pneumonias aparecem como decorrência da catapora por duas razões: ou o vírus venceu a resistência e invadiu o pulmão ou, como o corpo está mais suscetível, bactérias conseguem desencadear a infecção. A ameaça ao cérebro é gravíssima. Embora seja mais difícil de acontecer, o vírus pode atacar o encéfalo causando dores de cabeça, febres, vômitos e convulsões sintomas parecidos com os da meningite.
 
E esse perigoso ataque ao cérebro é capaz de deixar seqüelas, já que as lesões causam paralisias e distúrbios motores. A lista de encrencas derivadas da doença é grande. Entre as complicações mais raras, dá para destacar hepatites, pancreatites e até infecções na retina. Nos imunodeficientes, como portadores de HIV ou pessoas com câncer, a varicela deve acionar todos os alertas.
 
Doença na mira
 
Se não pode ser destruído de uma vez por todas, ao menos é possível manter o Varicela-zoster inativo, calado no seu canto no caso, os gânglios nervosos. Para combater a catapora nos adultos, os médicos se valem de remédios que dão um basta nos sintomas. Receitam antialérgicos para acabar com as coceiras nas lesões de pele e antitérmicos para abaixar possíveis febres. Os antivirais só entram em ação nos pacientes imunodeficientes.
 
Mas e a vacina? Embora se destine à criançada, o imunizante pode ser aplicado nos adultos saudáveis. São duas doses complementares que devem ser tomadas num intervalo de um a dois meses. De acordo com Mônica Levi, as chances de um adulto vacinado ter a doença e suas complicações caem bastante a proteção é de 90%. E, se mesmo com a vacina o vírus se manifestar, os sintomas da catapora aparecerão de forma atenuada. Prevenindo a catapora, indiretamente se previne o herpes-zóster, a reativação do vírus, diz o infectologista Roberto Florim, do Instituto Emílio Ribas, em São Paulo